MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ – 25 de Novembro de 2022.

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ

25 de novembro de 2022

“Queridos filhos!

O Altíssimo me enviou a vocês para ensiná-los a orar. A oração abre os corações e doa esperança; a fé nasce e se fortalece. Filhinhos, eu os convido com amor: voltem para Deus, porque Deus é o seu amor e a sua esperança. Se não se decidirem por Deus não terão futuro e por isso estou com vocês para guiá-los, parar que se decidam pela conversão e pela vida, e não pela morte.

Obrigada por terem respondido ao meu chamado”

Comentário da Mensagem: Pe Eugenio Maria

https://www.youtube.com/watch?v=mqOhcFHW3HE

 


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ - 25 de Outubro de 2022.

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ

25 de outubro de 2022

“Queridos filhos!

O Altíssimo me permitiu estar com vocês e ser alegria e caminho na esperança, porque a humanidade decidiu pela morte. É por isso que Ele me enviou para ensiná-los que sem Deus não terão futuro. Filhinhos, sejam instrumentos de amor para todos aqueles que não conheceram o Deus do amor. Testemunhem com alegria a sua e não percam a esperança na mudança do coração humano. Eu estou com vocês e os abençoo com a minha benção materna.

Obrigada por terem respondido ao meu chamado”


Executiva da Pfizer: a vacina COVID não foi testada

Reproduzimos essa noticia que foi divulgada na Europa, mas não teve tanta repercussão no Brasil.

Noticia do site: The Epoch Times.

Executiva da Pfizer admite que a vacina COVID-19 não foi testada na prevenção da transmissão antes do lançamento

POR JACK PHILLIPS

Uma executiva da Pfizer disse, na segunda-feira (10), que nem ela nem outros funcionários da Pfizer sabiam se sua vacina COVID-19 interromperia a transmissão antes de entrar no mercado no ano passado.

O membro do Parlamento Europeu, Rob Roos, perguntou durante uma sessão: “A vacina Pfizer COVID foi testada para impedir a transmissão do vírus antes de entrar no mercado? Nós sabíamos sobre a interrupção da imunização antes que ela entrasse no mercado?”.

Janine Small, presidente de mercados desenvolvidos internacionais, da Pfizer, disse em resposta: “Não… Você sabe, nós tivemos que… realmente nos mover na velocidade da ciência para saber o que está acontecendo no mercado”.

Roos, da Holanda, argumentou em um vídeo no Twitter na segunda-feira que, após os comentários de Small, em sua opinião, milhões de pessoas em todo o mundo foram enganadas por empresas farmacêuticas e governos.

“Milhões de pessoas em todo o mundo se sentiram forçadas a se vacinar por causa do mito de que ‘você faz isso pelos outros’”, disse Roos. “Agora, isso acabou sendo uma mentira barata” e “deveria ser exposta”, acrescentou.

O Epoch Times entrou em contato com a Pfizer para comentar.

O que foi dito

A Food and Drug Administration escreveu no final de 2020 que não havia dados disponíveis para determinar se a vacina impediria a transmissão e por quanto tempo protegeria contra a transmissão do vírus SARS-CoV-2 que causa a COVID-19.

“No momento, não há dados disponíveis para determinar por quanto tempo a vacina fornecerá proteção, nem há evidências de que a vacina impeça a transmissão do SARS-CoV-2 de pessoa para pessoa”, observou especificamente a agência.

Enquanto isso, o CEO da Pfizer, Albert Bourla, disse que sua empresa “não tinha certeza” se aqueles que receberiam sua vacina de mRNA poderiam transmitir a COVID-19 a outras pessoas.

“Acho que isso é algo que precisa ser analisado. Não temos certeza disso agora”, disse Bourla à NBC News em dezembro de 2020 em resposta a uma pergunta sobre transmissibilidade.

A ex-assessora médica da Casa Branca, Dra. Deborah Birx, revelou em junho que havia evidências em dezembro de 2020 de que indivíduos que receberam vacinas COVID-19, incluindo as da Pfizer, ainda podiam transmitir o vírus.

“Sabíamos no início de janeiro de 2021, no final de dezembro de 2020, que a reinfecção estava ocorrendo após uma infecção natural”, disse Birx, coordenador de resposta à COVID-19 da Casa Branca durante o governo Trump, a membros do Congresso este ano.

‘Sem retransmissão do vírus’

Várias autoridades nos Estados Unidos e em todo o mundo alegaram que as vacinas COVID-19 poderiam impedir a transmissão. Entre eles, o presidente Joe Biden, em julho de 2021, observou que “você não terá COVID se tomar essas vacinas”.

O conselheiro médico da administração de Biden, Anthony Fauci, disse em maio de 2021 em entrevista à CBS que as pessoas vacinadas são “becos sem saída” para o COVID-19, sugerindo que não podem transmitir o vírus. “Quando você é vacinado, você não apenas protege sua própria saúde e a da família, mas também contribui para a saúde da comunidade, impedindo a propagação do vírus em toda a comunidade”, disse Fauci.

Dois meses depois, no final de julho daquele ano, Fauci disse que as pessoas vacinadas são capazes de transmitir o vírus.

Nos meses seguintes, Fauci, Biden, a diretora do CDC, Dra. Rochelle Walensky, e outros comentaram que a vacina previne doenças graves, hospitalização e morte por COVID-19.


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ 25 de setembro de 2022

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ

25 de setembro de 2022

“Queridos filhos!

Rezem para que Espírito Santo vos ilumine a fim de que sejam alegres na busca de Deus e testemunhas de um amor sem limites. Eu estou com vocês, filhinhos, e convido a todos novamente: sejam corajosos e testemunhem as boas obras que Deus faz em vocês e através de vocês. Sejam alegres em Deus. Façam o bem ao próximo para estarem bem sobre a terra e rezem pela paz que está ameaçada porque satanás quer a guerra e a inquietação.

Obrigada por terem respondido ao meu chamado”


Mensagem do General Christian para os não vacinados.

Vacina contra o Coronavirus

O general francês Christian Blanchon publicou uma mensagem na imprensa francesa para homenagear os não vacinados. Traduzimos para os nossos leitores:

 

“Eles estão lá, ao seu lado, parecem normais, mas são super-heróis.

Mesmo que eu estivesse totalmente vacinado, admiraria os não vacinados por suportarem a maior pressão que já vi, mesmo de cônjuges, pais, filhos, amigos, colegas e médicos.

Pessoas que foram capazes de tal personalidade, tal coragem e tal capacidade crítica, sem dúvida, encarnam o melhor da humanidade.

Eles são encontrados em todos os lugares, em todas as idades, níveis educacionais, países e opiniões.

Eles são de um tipo particular; estes são os soldados que todo exército de luz deseja ter em suas fileiras.

Eles são os pais que toda criança quer ter e os filhos que todo pai sonha em ter.

São seres acima da média de suas sociedades, são a essência dos povos que construíram todas as culturas e conquistaram horizontes.

Eles estão lá, ao seu lado, parecem normais, mas são super-heróis.

Fizeram o que os outros não puderam fazer, foram a árvore que resistiu ao furacão de insultos, discriminação e exclusão social.

E eles fizeram isso porque pensavam que estavam sozinhos e acreditavam que estavam sozinhos.

Excluídos das mesas de Natal de suas famílias, eles nunca viram algo tão cruel. Eles perderam seus empregos, deixaram suas carreiras afundarem, ficaram sem dinheiro..., mas não se importaram. Sofreram desmesuradas discriminações, denúncias, traições e humilhações..., mas continuaram em sua determinação.

Nunca antes na humanidade houve tal casting, agora sabemos quem são os resistentes no planeta Terra.

Mulheres, homens, velhos, jovens, ricos, pobres, de todas as raças e religiões, os não vacinados, os eleitos da arca invisível, os únicos que conseguiram resistir quando tudo desmoronou.

Se você, superou um teste inimaginável que muitos dos fuzileiros navais, comandos, boinas verdes, astronautas e os gênios mais difíceis não conseguiram passar.

Você é feito do material dos maiores que já viveram, aqueles heróis nascidos entre homens comuns que brilham na escuridão”.

 

Christian Blanchon, general do exército francês

 

Fonte: https://www.profession-gendarme.com/le-message-du-general-christian-blanchon-rendant-hommage-aux-non-vaccines/

 

 


Mensagem do Bispo Dom Antonio para as Eleições Políticas de 2022

Acredito que essa reflexão oferecido ao eleitorado italiano seja estímulo e reflexão também para o eleitorado brasileiro

Mensagem do Bispo Dom Antonio para as Eleições Políticas de 2022

 

Caro fiéis,

Bem ciente de que uma intervenção sobre a questão eleitoral suscitará inexoravelmente algumas críticas e polemicas, especialmente por parte daqueles - mesmo na Igreja - que acreditam que o tema não deve sequer ser tocado pela solicitação pastoral, faltarei a um chamado da minha consciência se não o fizesse.

E assim, aqui estou!

Escrevo não com atitude de propaganda eleitoral, que não me compete, mas sim com a responsabilidade, com vontade de partilhar sugestões e referências relativas às questões decisivas e basilares.

Ninguém escapa de quão delicada é a situação e consequentemente qual é a extensão da responsabilidade que a próxima votação eleitoral comporta em ordem à pacificação coletiva, estabilidade das instituições governamentais, justiça social, emprego e recuperação econômica e principalmente das questões éticas.

Em primeiro lugar tenho de apelar ao dever moral e cívico de manifestar a própria preferência em ordem ao futuro da nossa nação, não permitindo que a abstenção de qualquer origem gere uma espécie de "delegação" irresponsável.

O cenário político decorrente das diversas coalizões tem sofrido uma evolução constante e rápida em relação às urgências de mudança e - infelizmente - em muitos casos vinculada mais à busca de consensos e resultados do que a visões coerentes e orgânicas.

O objeto da minha intervenção não são certamente questões contingentes, legitimamente imputáveis a convicções e teorias de livre opinião e determinação: neste contexto, os católicos devem avaliar conscientemente a visão do homem, da vida e da sociedade expressa e promovida pelas muitas propostas.

Todavia, "se é legítimo pensar no uso de uma pluralidade de metodologias, que refletem diferentes sensibilidades e culturas, nenhum crente pode apelar ao princípio do pluralismo e da autonomia dos leigos na política, favorecendo soluções que comprometam ou atenuem a salvaguarda das exigências éticas fundamentais para o bem comum da sociedade.

Não se trata de "valores confessionais", pois esses requisitos éticos estão enraizados no ser humano e pertencem à lei moral natural. Eles não exigem a profissão de fé cristã daqueles que os defendem, ainda que a doutrina da Igreja os confirme e tutele sempre e em toda parte como um serviço desinteressado à verdade sobre o homem e ao bem comum das sociedades civis. Por outro lado, não se pode negar que a política deve referir-se também a princípios dotados de valor absoluto precisamente porque estão ao serviço da dignidade da pessoa e do verdadeiro progresso humano (Congregação para a Doutrina da Fé, Nota Doutrinária sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política, 2002, n.5).

É importante para mim, reiterar que os católicos não podem sustentar com seu voto - muito menos com militância política direta - candidatos, partidos, programas e propostas em contraste com os chamados e famosos "valores inegociáveis" e os princípios fundamentais da doutrina Católica acerca da  moral, como questões relacionadas à dignidade da pessoa, vida, família e diversas questões antropológicas.

"Não é tarefa da Igreja formular soluções concretas - e muito menos soluções únicas - para questões temporais que Deus deixou ao livre e responsável julgamento de cada um, ainda que seja seu direito e dever pronunciar julgamentos morais sobre realidades temporais quando isso for exigido pela fé ou pela lei moral. Se o cristão é obrigado a "admitir a legítima multiplicidade e diversidade de opções temporais", ele é igualmente chamado a divergir de uma concepção de pluralismo em chave do relativismo moral, nociva à própria vida democrática, que precisa de fundamentos  verdadeiros e sólidos, isto é, de princípios éticos que, por sua natureza e seu papel como fundamento da vida social, não são "negociáveis" (Congregação para a Doutrina da Fé, Nota Doutrinária sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política, 2002, n.3).

Por isso, exorto cada católico a examinar e avaliar programas e candidatos à luz das considerações anteriores, evitando endossar em nome de uma genérica "bondade geral da proposta ou da visão política" posições incompatíveis com a doutrina católica: exigências éticas irrenunciáveis em matéria de aborto e de eutanásia, no que diz respeito aos direitos do embrião humano, nos âmbitos relativos à família e à educação dos menores.

Não pode e não deve escapar que alguns programas eleitorais propostos para consulta em 25 de setembro estão em absoluto contraste com a doutrina católica e com a Igreja pela presença de pontos como, por exemplo, as instâncias de ideologia de gênero, suicídio assistido ou eutanásia, o chamado reconhecimento dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres (esta última expressão muitas vezes significa o apoio e difusão da prática do aborto e o combate à objeção de consciência por médicos e enfermeiros): tais argumentos exigem uma objetividade de avaliação moral e, por parte do católico, não pode ser avaliada em relação a parâmetros acessórios dependendo da contingência das situações ou da consideração subjetiva de um hipotético "mal menor".

Outras questões - também relevantes do ponto de vista do juízo de consciência - permitem, ao invés, ser moduladas segundo critérios ligados a circunstâncias concretas, complexidade do sistema e perspectiva gradual.

"Nesse contexto, é necessário acrescentar que a consciência cristã bem formada não permite que ninguém favoreça com seu voto a implementação de um programa político ou de uma lei única em que os conteúdos fundamentais da fé e da moral sejam subvertidos pela apresentação de propostas alternativas ou contrárias a tais conteúdo.

Sendo a fé uma unidade inseparável, não é lógico isolar apenas um de seus conteúdos em detrimento da totalidade da doutrina católica. O compromisso político com um aspecto isolado da doutrina social da Igreja não é suficiente para esgotar a responsabilidade pelo bem comum.

Nem pode um católico pensar em delegar a outros o compromisso que vem do Evangelho de Jesus Cristo para que a verdade sobre o homem e o mundo possa ser anunciada e alcançada”. (Congregação para a Doutrina da Fé, Nota Doutrinária sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política, 2002, n.4).

A situação pode parecer muito complicada de decifrar, mas na realidade é muito simples de compreender por uma perspectiva capaz de se aliviar um pouco dos jogos de conveniência e equilíbrios determinados por uma espécie de sistema supranacional agressivo e resistente, ávido por se impor mais e mais e para inibir a dissidência.

A fé católica sempre foi capaz de gerar civilizações e deve continuar a fazê-lo; não deve limitar-se a um elemento funcional da cultura política secular, mas, ao contrário, deve ser decisivo para estabelecer uma visão própria e alternativa. O católico deve ter cuidado com a suspeita e parcial convergência com a fé em alguns valores humanos presumidos: poderia ser um erro decorrente de um humanismo míope adulterado, desprovido de transcendência e fracamente fundamentado no perfil antropológico.

Aos crentes engajados na política digo que o católico acredita no valor do testemunho e, mais ainda, na providência divina, capaz de fazer frutificar a menor e mais indefesa semente.

Não esqueçamos que uma grande fortuna nasce de alguns centavos, uma avalanche às vezes de modestas quantidades de neve e que, sempre na história, as grandes e duradouras mudanças da civilização foram preparadas e produzidas não pelo uso de enormes recursos, mas por coragem tenaz de homens honestos e livres.

No livro de Siracide está escrito assim: "Lute até a morte pela verdade e o Senhor Deus lutará por ti".

Abençoo de coração, implorando a nossa amada nação por paz, prosperidade e justiça.

San Remo, 3 de setembro de 2022.

Memória de São Gregório Magno, Papa

Antonio Suetta, Bispo de Ventimiglia - San Remo


Acho útil oferecer este artigo do Life Site News à sua atenção.

Cardeal Gerhard Ludwig Muller

Acho útil oferecer este artigo do Life Site News à sua atenção, ao qual agradecemos sua gentileza. Aproveite a leitura.

O cardeal Gerhard Müller, ex-chefe da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), gentilmente forneceu ao Life Site uma cópia de suas reflexões sobre a reforma da Cúria em andamento com o documento papal Praedicate Evangelium, assinado pelo Papa Francisco em 19 de março. Müller pretendia apresentar sua declaração ao Consistório dos Cardeais que se reuniu no final de agosto em Roma, mas devido ao tempo limitado permitido para falar na reunião, ele não pôde entregá-la.

Em sua declaração, o cardeal alemão, que foi demitido pelo Papa Francisco abruptamente em junho de 2017, deixa claro que vê uma tendência preocupante ocorrendo atualmente na Igreja. Ele se opõe tanto a um forte papalismo que mina a autoridade de ensino sacramental de cada bispo individual, quanto ao enfraquecimento do ofício e autoridade ordenados através da delega a leigos de posições de liderança na Cúria Romana e nas dioceses.

"Não é um progresso da eclesiologia", escreveu ele, "mas uma clara contradição com seus princípios fundamentais, se toda jurisdição na Igreja é deduzida do primado jurisdicional do Papa. Mesmo o grande palavreado do ministério, sinodalidade e subsidiariedade não pode esconder a regressão a uma concepção teocrática do papado”.

O prelado alemão insistiu que a autoridade do Papa se baseia no fato de que o próprio Cristo lhe deu a autoridade, e mais ninguém. "Pedro age na autoridade de Cristo como seu vigário. Sua autoridade para ligar e desatar não é uma participação da onipotência de Deus”, insistiu Müller. Ele continua dizendo que "a autoridade apostólica do Papa e dos bispos não é um direito próprio, mas apenas um poder espiritual conferido para servir a salvação das almas através do anúncio do Evangelho, a mediação sacramental da graça e a direção pastoral do povo de Deus peregrino rumo à meta da vida eterna”.

Em outras palavras, a autoridade do Papa está vinculada e limitada por seu dever de conduzir as almas à salvação da maneira que o próprio Cristo ordenou. Não é independente do mandato de Cristo.

Portanto, “uma Igreja totalmente fixada no Papa foi e sempre é a caricatura do ensino católico sobre a instituição, perpetuidade, significado e razão do sagrado primado do Romano Pontífice”, explicou o cardeal.

Com base no princípio dos limites da autoridade do Papa, o Cardeal Müller esclarece que o Papa não pode mudar a ordem hierárquica e sacramental da Igreja nomeando leigos para chefiar uma diocese ou um ofício curial. "Nem o Papa não pode conferir a um leigo de forma extra sacramental - isto é, com um ato formal e legal - o poder de jurisdição em uma diocese ou na cúria romana, para que bispos ou sacerdotes possam agir em seu nome", escreveu o prelado.

A publicação deste discurso do Cardeal Müller é o segundo discurso de um cardeal que não pôde ser proferido no recente Consistório. Mesmo o cardeal alemão Walter Brandmüller, historiador da Igreja, não conseguiu pronunciar suas observações, que foram publicadas por Sandro Magister em seu blog. Neste discurso, o Cardeal Brandmüller lamentou o fato de que sob o pontificado do Papa Francisco as discussões livres dos cardeais com o Papa deixaram substancialmente de existir. "Nos tempos antigos, essa função dos cardeais encontrava expressão simbólica e cerimonial no rito do "aperitio oris", a abertura da boca", escreveu o cardeal, que significa "o dever de expressar com franqueza suas convicções, seus conselhos, especialmente nos consistórios". Ele então acrescentou que essa franqueza necessária "é substituída por um silêncio estranho".

O prelado alemão, portanto, descobriu que os consistórios do Papa Francisco não são muito eficazes e úteis. “Foram entregues formulários para solicitar tempo de uso da palavra, seguidos de observações obviamente espontâneas sobre qualquer tipo de assunto, e isso é tudo”, descreveu os consistórios anteriores. "Nunca houve um debate, uma troca de argumentos sobre um tema específico. Obviamente um procedimento completamente inútil”.

O último consistório controverso do qual os cardeais da Igreja Católica puderam falar livremente foi o de 2014, no qual o Papa Francisco convidou o cardeal Walter Kasper a apresentar sua proposta sobre a admissão de divorciados e recasados à Sagrada Comunhão. Como o vaticanista italiano Marco Tosatti relatou na época, um grande número de cardeais se opôs à iniciativa do Papa Francisco. Desde então, o Papa Francisco nunca permitiu que uma discussão tão livre ocorresse durante um consistório. Esses dois cardeais alemães devem ser elogiados por garantir que uma discussão tão parcial possa agora ocorrer em público.


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ 25 de agosto de 2022

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ

25 de agosto de 2022

“Queridos filhos!

Deus me permite estar com vocês e guiá-los no caminho da paz, para que, através da paz pessoal, vocês possam construir a paz no mundo. Eu estou com vocês e intercedo por vocês junto ao meu Filho Jesus para que Ele possa doar uma fé forte e a esperança no futuro melhor que desejo construir com vocês. Vocês, sejam corajosos e não temam porque Deus está com vocês.

Obrigada por terem respondido ao meu chamado”

Read more


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ 25 de julho de 2022

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ

25 de julho de 2022

“Queridos filhos!

Estou com vocês para guiá-los no caminho da conversão, porque, filhinhos, com suas vidas vocês podem aproximar muitas almas ao meu Filho. Sejam testemunhas alegres da Palavra de Deus e do amor, com a esperança no coração que vence todo mal. Perdoem aqueles que lhes fazem mal e percorram o caminho da santidade. Eu os guio ao meu Filho para que Ele seja para vocês caminho, verdade e vida.

Obrigada por terem respondido ao meu chamado”


MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ – 25 de junho de 2022

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ

25 de junho de 2022

“Queridos filhos!

Alegro-me com vocês e lhes agradeço por cada sacrifício e oração que ofereceram pelas minhas intenções. Filhinhos, não esqueçam que vocês são importantes no meu plano de salvação da humanidade. Retornem a Deus e a oração, a fim de que o Espírito Santo opere em vocês e por meio de vocês. Filhinhos, Eu estou com vocês também nestes dias quando satanás luta pela guerra e pelo ódio. A divisão é forte e o mal opera no homem como nunca antes.

Obrigada por terem respondido ao meu chamado”